Cansei de esperar o inesperado. Cansei de lembrar o que nunca aconteceu. Cansei de reviver o que nunca vivi. Cansei de abrir meu coração.
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" Mas a gente espera, lá no fundo, perdido, soterrado e cansado, que a vida compense de alguma maneira. "
Tati Bernardi (via mal-educado)

(Source: quedoceseja)



Postado em 1/06/2012 às 8:03pm (via/original) | Notes 27,523 notes | Reblogue isso!

(Source: icanbehero)



Postado em 1/06/2012 às 8:02pm (via/original) | Notes 13,587 notes | Reblogue isso!

" Era para ser sintético, ameno, descomplicado. Porém, há sempre uma parte nossa que cai nos buracos negros, longos e cheios de nós a serem desfeitos. "
— Camila Costa.  (via tekpix)

(Source: camilacosta)



Postado em 1/06/2012 às 8:02pm (via/original) | Notes 408 notes | Reblogue isso!


Falar de boca cheia é feio, mas de mente vazia é pior ainda.

(Source: arte-da-palavra)


Postado em 1/06/2012 às 8:02pm (via/original) | Notes 2,342 notes | Reblogue isso!


love-thewayousmile:

“Quem não te procura,não sente sua falta” Isso é mó k-ô. As pessoas que não nos procuram são justamente as que mais sentem nossa falta. Só não procuram, por mero orgulho. Acredite!

damn-distancee


Postado em 1/06/2012 às 7:59pm (via/original) | Notes 4 notes | Reblogue isso!

" O que te impede de levantar todos os dias e correr pelo que você acredita? "
— Emicida (via precios-a)

Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 300 notes | Reblogue isso!

" Como se fossemos Caio Fernando Abreu e Cazuza. Unidos pelas palavras e separados pelo tempo, pela indagação de dor cessante. Dois escritores carregados de dor, magoas, sangue, lágrimas e amor. Dois literários. Um único amor e uma única dor, a dor do amor que corroeu cada um do seu pior jeito, cada um de sua maneira mais devastadora.
Cazuza era enlouquecido, subia nos palcos e mostrava que a dor o fazia sangrar. Cantava com voz de quem quer algo de volta, ou de quem pegou raiva do amor, de tanto que sofreu, de tanto que desgastou. Você na minha história de amor é Cazuza, inconseqüente, sempre cantando o seu exagero, sempre gritando sobre aquilo que o amor causou em você. Mas Cazuza era melhor que você, ele sabia assumir que ama, ele era alguém que mostrava nas palavras a dor que sentia por um romance que tinha tudo ou nada para dar certo ter chegado a um fim que não foi programado.
Caio Fernando, não subiu nos palcos para gritar que amava. Usou de sua literatura para gritar. Ele amou Cazuza. Ele trazia em suas palavras toda a ternura de quem ama, todo o cuidado, mesmo que imposto inadequadamente. Mostrou que o amor é mais do que clichês narrados em livros de contos de fadas, mostrou que história de amor podem sim, ser contadas no subúrbio do rio de janeiro; que histórias de amor podem sim ser narradas com um quê de obscuridade, e até mesmo com a ausência de um amor. Então de nossa história, seria eu Caio Fernando Abreu? Talvez, porém com menos talento e quem sabe um pouco mais de dor, um pouco menos de você.
Tinham um amor formado de poesia, formado de olhos incansáveis e ouvidos que não paravam se quer um segundo. O amor do talentoso escritor e do excepcional compositor foi diferente em quase tudo do nosso amor. Foi diferente porque os dois sentiam, talvez um mais que o outro; foi diferente em tudo, porque nesse nosso amor que quase parece ódio, as ofensas nunca foram poéticas e você, ah você, nunca compôs se quer uma linha, enquanto eu me matei escrevendo poesias e crônicas e textos e possíveis histórias daquilo que um dia poderíamos ter sido. Porque o que na verdade fomos? Fomos algo que coincidiu como vemos nesse filmes? Um belo dia, eles se esbarram e as mãos se encontram e daí surge o amor? E daí depois de duas semanas planejamos o casamento e somos felizes para sempre, mesmo que seja apenas durante aquelas duas horas de duração? Quem fomos nessa nossa história de amor?
O clichê fugiu a regra e falar que ele fugiu me torna ainda mais clichê. Não gosto de gaivotas voando, e muito menos do clima bucólico que todas as manhãs insistem ter. Eles se amaram, mas eles conseguiram se dar melhor do que nós. Eles conseguiram driblar a dor, conseguiram enfrentar um batalhão de duvidas sobre o passado que se resumia aos dois. E nós? E você? E eu? Será que nós conseguimos lidar com o fim e com as duvidas de um passado que agora é incerto? Talvez se eu tivesse conseguido, não estaria agora, tateando um teclado que muitas vezes sentiu o peso de minha mão, de minha dor. Talvez se você tivesse conseguido, não estaria fugindo de minhas perguntas como agora foge.
Sempre fui exagerado, talvez esse seja o meu lado Cazuza, eu fui exagerado jogado aos seus pés, sem temer o que poderia acontecer, e olha só o que aconteceu, aconteceu aquilo que ninguém que ama gosta de saber que aconteceu. Aconteceu o inesperado que é sempre esperado e temido. Aconteceu de irmos a direções opostas, e aconteceu também do passado ficar incerto todas as noites antes de dormir, e todas as manhãs antes de pisar o chão que se dissolve de pouquinho em pouquinho. Porque todas as vezes que eu fecho os meus olhos, milhões de sorrisos seus iluminam a escuridão; porque toda vez em que abro meus olhos, vejo que você se foi.
Ele escreveu coisas jamais vistas. Caio Fernando Abreu, não foi o escritor que teve mais prêmios, mas foi talvez aquele que tenha feito um entendimento diferente do amor.
Não sei mais se somos parecidos com eles, porque não tivemos uma doença incurável, ou talvez tenhamos uma doença, que não é doença e que, porém, é incurável. Ambos tinham AIDS. Mas nós, por sorte e por termos tido prevenção de um novo século que deu educação escolar nas escolas, temos apenas saudade. Saudade dos dias de brigas por coisas estúpidas; saudade de quando você se reconciliava comigo. Cazuza e Caio também tinham suas brigas, mas nenhum outro casal ganha de nós dois, somos capazes de brigar até pelo silêncio que o outro faz. E ainda assim, se eles estivessem vivos, talvez estivessem como nós agora estamos, talvez um deles estaria escrevendo sobre a perda ou o abandono ou qualquer coisa triste que um casal pode sofrer. Talvez um deles estaria cantando que não consegue mais ficar sem e que quando não estão juntos é como se a piscina estivesse cheia de ratos e as idéias não estivessem correspondendo os fatos.
Mas não somos eles, somos nós, ou éramos nós, agora tudo me parece confuso e incerto. Nosso amor não é o amor deles. Minha escrita não é a escrita do Caio Fernando. Porque nosso amor não é de rock star, nosso amor não é rock and roll. Nosso amor é apenas nosso. E o deles, foi apenas deles. Cazuza cantava, Caio Fernando escrevia. Eles se amaram, e nós? Nós nos amamos? Você é quem? Eu sou quem? Talvez não seja como se fossemos eles, porque talvez nunca tenha existido uma coisa que entre eles existiu, talvez não tenha existido um amor que seja além do papel, com a voz melancólica. Talvez não somos como eles, porque você e eu fomos tão ruins nessa história de amar, que nunca conseguimos ter um amor literário; um amor apaixonado; um amor que tem entrega; um amor que acompanha nos dias fúnebres e alegres. Talvez não tenhamos tido um amor como Cazuza e Caio Fernando Abreu. Talvez não tenhamos tido a sorte que eles tiveram.
Eles eram artistas, poetas. Eles amavam e sabiam amar. Eles se ensinavam sobre o amor. E você o que me ensinara? E eu o que tentei te ensinar? Cazuza… Caio Fernando Abreu, maiores que sua arte, melhores no amor. "
Amor literal — Lucas Rodrigues,LR. (via principe-derrotado)

Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 487 notes | Reblogue isso!

(Source: i-am-happy-now)


Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 124 notes | Reblogue isso!

“Ateu que tira folga no feriado é hipocrita” Claro, porque eu vou invadir minha escola e obrigar os professores a me darem aula.

(Source: d-1-s-t-u-r-b-i-a)


Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 42 notes | Reblogue isso!

(Source: i-am-happy-now)


Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 177 notes | Reblogue isso!


A Mulher que te ama vai querer ter um filho com você.

(Source: i-am-happy-now)


Postado em 1/06/2012 às 7:57pm (via/original) | Notes 43 notes | Reblogue isso!